11 de fevereiro de 2012

Touhou 1 - Highly Responsive to Prayers

Touhou! Quem nunca ouviu falar da simpática série de joguinhos horrorosos de difíceis e com personagens bonitinhas feitos por um solitário japonês chamado ZUN? Um monte de gente, eu sei. lol Gargalhando

A série Touhou iniciou no computador japonês NEC PC-9801, com cinco joguinhos. Depois migrou pro bom e velho Windows.

Os cinco primeiros jogos são meio que “abandonados” pelo ZUN e pelos fãs, e para jogá-los, só procurando pela net, já que não estão mais à venda. É a partir do sexto jogo – o primeiro para Windows – que a série pegou fama e os personagens tornaram-se populares.

O primeiro Touhou

Usando o emulador de PC-98, Anex86, joguei o primeiro Touhou: Highly Responsive to Prayers.

É bem legalzinho, lembra um pouco o Arkanoid.

Tem um tutorial de como configurar o emulador aqui.

A história: alguma coisa destruiu o Templo Hakurei, e a miko (sacerdotisa xintoísta) Reimu Hakurei entra em um portal e vai atrás dos responsáveis pela bagunça.

Comandos:

Z – Atira um ofuda (talismã xintoísta). Usa-se para bater na esfera yin-yang e para destruir os tiros brancos dos inimigos.

X – Faz um ”exorcismo” com sua varinha (alguma coisa xintoísta).

X + ou → – Desliza. Pode-se bater no orbe yin-yang com este movimento.

Enquanto se faz X + esq. ou dir. para deslizar pode-se pressionar X novamente para um movimento mais rápido com chute, ou apenas X, sem as setas de direção, para um chute circular muito legal. Estes chutes serem para rebater tiros inimigos ou a esfera yin-yang.

Durante esta escorregada pressione Z para que Reimu atire 8 ofudas.

Z + + - bomba. Também se solta a  bomba com Z + X duas vezes seguidas.

Mima

12 de dezembro de 2011

Nova fraude na internet!

Cuidado ao comprar pela internet  ATENÇÃO !!!

 


Isto não é uma corrente!!!

 

 

NOVA FRAUDE NA INTERNET.

 

Vejam como funciona:

 

 

Um amigo pagou $100 dólares por um aparelho

 

para aumentar o pênis.

 

Os filhos da puta lhe mandaram uma lupa!

 

Tenha cuidado.

Não vá cair, nem deixe seus amigos, caírem nesse golpe.

 

                       Faça como eu, avise seus amigos de pau pequeno!!!

 

Recebi de um “amigo”. Muito bom! hehehe

O passeio no Céu de Robert Monroe

Este trecho do “Viagens fora do corpo” do Robert Monroe muito me encanta. O pesquisador americano relata suas visitas a níveis mais altos do plano extrafísico. Poético. Vejamos:

“Três vezes ‘fui’ a lugares que não me deixam encontrar palavras para descrevê-los minuciosamente. De novo, é essa visão, essa interpretação, a visitação temporária a esse ‘lugar’ ou estado de ser que encerra a mensagem ouvida tão frequentemente no decorrer da história do homem. Estou seguro de que isso pode ser parte do supremo céu, como nossas religiões o classificam. Deve também ser o Nirvana, o Samadhi, a experiência suprema relatada para nós pelos místicos dos tempos. É verdadeiramente um estado de ser, muito provavelmente interpretado pelo indivíduo de formas bastante diversas.

Para mim era um lugar ou estado de pura paz, porém de emoção apurada. Era como se flutuasse em nuvens quentes e macias, onde não existe acima nem abaixo, onde nada existe como pedaço separado de matéria. O calor não paira meramente ao seu redor, vem de você e passa por dentro de você. Sua percepção fica ofuscada e assoberbada pelo Meio Ambiente Perfeito.

A nuvem na qual você flutua é varrida por feixes de luz em formatos e matizes que variam constantemente, e cada um traz benefícios quando você se banha neles no instante em que lhe passam por cima. Raios de luz vermelho-rubi, ou alguma coisa além que chamamos de luz, já que nenhuma luz jamais se fez sentir tão expressivamente. Todas as cores do espectro vão e vêm constantemente, nunca de maneira desarmoniosa, e cada uma traz um calmante diferente, ou felicidade pacificadora. É como se você estivesse e fizesse parte das nuvens cercando um ocaso eternamente brilhante e, com todos os padrões transformadores de cores vivas, você também mudasse. Você reage e absorve a eternidade dos azuis, amarelos, verdes e vermelhos, e a complexidade das cores intermediárias. Todas lhe são familiares. Você pertence àquele local. Ele é sua Casa.

À medida que se descola lentamente e sem esforço pela nuvem, você ouve música à sua volta. Não é coisa que veja. Permanece por ali o tempo todo, e você vibra em harmonia com a música. É muito mais do que a música convencional de origem conhecida. São apenas aquelas harmonias, as delicadas e ativas passagens melódicas, os contrapontos em multivozes, os harmônicos pungentes. São apenas esses que lhe conseguem evocar as emoções profundas, incoerentes do mundo convencional. O terreno está faltando. Coros de vozes parecendo humanas ecoam canções sem palavras. Infinitos padrões de cordas, em todas as nuanças de sutil harmonia, entrelaçam-se em temas cíclicos, porém evolutivos, e você ressoa com eles. Não existe origem para essa Música. Ela está aqui, em torno de você, você faz parte dela, e ela é você.

É a pureza de uma verdade da qual teve apenas pequena amostra. Isto é o festim, e os minúsculos petiscos provados por você antes, no mundo convencional, fizeram-no ansiar pela existência do Todo. Os indescritíveis estados de emoção,

Ânsia, nostalgia, senso de destino que sentia no mundo convencional, quando fitava o ocaso do Havaí, com as nuvens em camada; quando permanecia em silêncio no meio das árvores altas, ondulantes na floresta calma; quando uma seleção ou passagem musical, ou toda uma canção trazia recordações do passado, ou provocava um anseio sem imagem associada ao passado; quando sonhava com o lugar ao qual pertencia, fosse município, cidade, país ou família, agora isso está preenchido. Você está em Casa. Está no lugar a que pertence. Onde sempre deveria ter estado.

E o mais importante: não está sozinho! Ligados a você estão os outros. Não possuem nomes, nem você os conhece pelos formatos, mas os conhece, e está unido a eles por um grande e simples reconhecimento consciente. São exatamente como você; são você, iguais a você; estão em Casa. Você sente com eles, como suaves ondas de eletricidade passando por entre vocês, uma integração de amor, do qual todas as facetas por que você já passou são meros segmentos e porções incompletos. Somente aqui as emoções existem sem necessidade de exibição ou demonstração intensa. Você dá e recebe em ação automática, sem esforço deliberado. Não é uma coisa que você precise, ou que precise de você. O gesto de ‘querer alcançar’ desapareceu. O intercâmbio flui naturalmente. Você desconhece diferenças de sexo; como parte do todo, você é também tanto macho quanto fêmea, é positivo e negativo,elétron e próton. O amor homem-mulher vem para você e sai de você; pai-filho-irmão-ídolo e idílio e ideal, tudo isso se afeta reciprocamente em suaves ondas à sua volta, dentro e através de você , que fica em equilíbrio perfeito porque está no lugar ao qual pertence. Está em Casa.

Inserido em tudo isso, contudo sem dele fazer parte, você vem a conhecer a fonte de toda a extensão de sua experiência, de você mesmo, da vastidão além da sua capacidade de assimilar e/ou imaginar. Aqui você descobre e facilmente aceita a existência do Pai. Seu Pai de verdade. O Pai, o Criador de tudo que existe e existiu. Você é uma de Suas incontáveis obras. Como ou por que não se sabe. Não é importante. Você vive feliz simplesmente porque está no seu devido lugar; aquele a que realmente pertence.

Cada uma das três vezes em que estive Lá não regressei voluntariamente. Voltei triste, relutante. Alguém me ajudou a regressar. Cada vez, após meu retorno, sofri intensa nostalgia e solidão, durante muitos dias. Senti-me como um forasteiro deve se sentir no meio de desconhecidos, numa terra onde as coisas não são ‘certas’; onde tudo e todos são tão diferentes e ‘errados’, quando comparados com coisas no local de onde ele veio. Solidão aguda, nostalgia, e certa coisa análoga à saudade. Tão grande era que não tentei voltar Lá novamente.

Seria o céu?”

11 de dezembro de 2011

Areia e espuma

Este livro tem uma grande importância para mim. Trata-se do primeiro livro que li em minha vida. Quando ainda bem    pequenino, tendo as primeiras lições de ler e escrever, pegava este livro que era de uma tia e estava sempre jogado em casa e lia suas frases curtas, maravilhosas. Junto com as ilustrações de Gibran, eu alçava altos vôos na imaginação, ensaio do que me tornei hoje, um sonhador que tem que se esforçar muito para pôr os pés no chão.Areia e Espuma, de Gibran.

Gostaria de mostrar aqui algum conteúdo do livro, mas não consigo escolher! Só de abrir estas páginas já me pego lendo-o todo novamente.

Mas me esforçarei e porei algumas pérolas aqui:

 

“Aprendi o silêncio com o loquaz,

a tolerância com o intolerante,

e a bondade com o maldoso;

estranho, não sinto nenhuma gratidão por esses mestres.”

 

“Na verdade, conversamos somente conosco mesmos, mas às vezes falamos tão alto que os outros nos ouvem.”

 

“Não fosse por nossa concepção dos pesos e medidas, sentiríamos o mesmo deslumbramento ante o vagalume e o Sol.”

 

“Haverá defeito maior do que estar consciente dos defeitos da outra pessoa?”

 

“Se todos confessássemos nossos pecados uns aos outros, rir-nos-íamos uns dos outros por nossa falta de originalidade.

E se todos revelássemos nossas virtudes, também nos riríamos, pelo mesmo motivo.”

 

“A tristeza não passa de um muro entre dois jardins.”

 

Antigamente, os bem-dotados orgulhavam-se de servir aos príncipes.

Hoje, reclamam a honra de servir aos pobres.”

 

Quantas vezes atribuí a mim mesmo crimes que nunca cometi, para que os outros se sentissem bem em minha presença!”

 

“Deves ter ouvido falar da Montanha Sagrada.

É a montanha mais alta do mundo.

Se lhe atingires o cume, terás apenas um desejo: descer e estar com os que moram no vale mais profundo.

Por isso é que é chamada a Montanha Sagrada.”

 

Tenho que parar. A vontade é de transcrever o livro inteiro.

A apresentação desta edição tem uma mini-biografia feita pelo tradutor Mansour Chalita. Muito bom!

14 de novembro de 2011

Viagens fora do corpo de Robert Monroe

Este é um clássico! Um clássico da literatura parapsicológica

Faz tempo que estava atrás deste livro, e o consegui por um golpe de sorte.

Robert Monroe é um dos maiores pesquisadores de Projeção Astral, e fundou o Instituto Monroe, respeitadíssimo no assunto.

A capa do meu é esta aí da foto, edição antiga da Editora Record. Êita imagem cabulosa! hehehe Vê-se que na época – década de 70 – a Projeção Astral era vista como algo altamente místico e misterioso. O sujeito vermelhão, “saindo” do corpo. E que cara estranha que o modelo fez para a foto! Bah!

Aliás, sobre a expressão “Viagem Astral”, Monroe diz neste livro: “O vocábulo ‘astral’ possui origens apagadas em primordiais eventos místicos e de ocultismo, envolvendo feitiçaria, bruxaria, magia e outras tolices aparentes que o homem moderno encara como bobagem e superstição. Como nenhuma tentativa foi feita para revolver profundamente essa área, continuo sem saber o que significa a palavra ‘astral’. Logo, prefiro ater-me às usadas ‘segundo corpo’ e ‘segundo estado’.”

Monroe relata causos muito interessantes, de experiências próprias. Chama o “plano astral” de Local II:

“A melhor apresentação do Local II é sugerir uma sala com um cartaz acima da porta dizendo: ‘por favor, verifique todos os conceitos sobre o físico aqui’. Se acostumar-se à ideia de um Segundo Corpo foi experiência árdua, o Local II poderá ser mais difícil de aceitar. Certamente produzirá efeitos emocionais à medida que avulte diante daquilo que sempre aceitamos como realidade. E o que é mais: muitas de nossas doutrinas religiosas e suas interpretações tornam-se abertas ao questionamento.”

Um detalhe interessante é que Monroe fala sobre o EV, o famoso Estado Vibracional:

“Quando você conquistar o estado vibratório, haverá diretrizes definidas para seguir. A utilização desse estado sob controle consciente é o objetivo que você almeja. (…)”

Um trecho deste ótimo livro:

“Vamos presumir, então, que o homem sofisticado realizará uma séria pesquisa quanto ao segundo corpo. Um a um, outros aprenderão a técnica, e a verdade se tornará generalizadamente aceita. E daí?

Primeiro, o homem ficará liberto de toda incerteza do seu relacionamento com Deus. Sua posição relativa à natureza e ao universo se tornará uma cultura inequívoca. Saberá, em vez de apenas acreditar, se a morte é uma passagem ou o final de tudo. Com tal conhecimento e experiência geral será impossível o conflito religioso. Muito provavelmente protestantes, judeus, hindus, budistas, católicos etc. continuarão mantendo muito de sua individualidade, sabendo que cada um tem sua colocação no Local II. Entretanto, cada qual irá enfim entender como isso é possível, e que há infinitas variações no espectro. Cada um justificará dizendo:

‘Era isso que a gente estava querendo explicar o tempo todo’.

Podem ser redescobertas as técnicas da prece. O conhecimento mais do que a crença, poderá alterar vitalmente o procedimento diante do altar. Então o homem seguiria sistematicamente com sua preparação para a vida no Local II com base sólida, livre da interpretação errônea das visões distorcidas e sofridas subjetivamente, e/ou observadas por fanáticos ignorantes de muitos séculos atrás. Em o fazendo o homem poderá ter de encarar fatos um tanto desagradáveis. Os conceitos tradicionais de bom e mau, certo e errado ficarão sem dúvida sujeitos a uma radical redefinição. A verdade poderá realmente ferir durante mais de uma geração.

(…) O âmbito do Local II parece sem limites. Nas condições encontradas até agora parece não haver formas de medir ou calcular a amplitude de profundeza desse estranho lugar que me é familiar. O movimento de seção para seção é instantâneo, rápido demais para permitir quaisquer estimativas, ou para observar posições especiais relativas de uma área para outra. Pelo que se pode presumir não há relacionamento conectivo entre os lugares do Local II e este universo físico: podem ou não coincidir, lugar com lugar. Certamente esse reino não material não tem como centro a Terra em que vivemos. Antes pareceria que uma porção muito pequena envolve nosso mundo físico, formando assim nosso ‘porto de entrada’.”

Ler este livro é conhecer o início da carreira de um grande pesquisador do assunto, e Monroe consegue escrever com tamanha clareza e objetividade que não deixa mal-entendidos: as situações são bem compreendidas e os pontos de vista do autor são inteligentes.

Livro maravilhoso. A must have!

2 de novembro de 2011

Presença constante

Ponha o mouse em cima da letra 'O', dê um clic, e arraste-o até a letra 'A'.

Observe o que acontece...

 

 

AINDA QUE NÃO POSSA VER , ..... DEUS ESTÁ CONTIGO.

 

 

Legal, né? Recebi da mamãe, via e-mail.

Aquele abraço!

 

 

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